Eis a mentalidade que o BE conseguiu impor neste país... Conseguiram convencer os cidadãos que há divisões onde não existem, que há injustiças onde nunca existiram, que há racismo onde não se vê... metem mais uns quantos adjectivos à frente da palavra racismo e pronto, aí está toda uma nova forma de encarar o problema e de o generalizar. Divide-se a sociedade e conseguem-se mais uns votos dando privilégios a uns quantos.
domingo, 24 de março de 2019
quinta-feira, 21 de março de 2019
Moçambique precisa da nossa ajuda! Ajudemos!
Moçambique precisa de ajuda... e ouço muitos idiotas a afirmar: "ah mas eles é que quiseram a independência"... O que é que ser independente tem a ver com precisar de ajuda devido a uma catástrofe? Se os nossos filhos saírem de casa, não os ajudamos em momentos de infortúnio?
Todos os povos têm direito à sua auto-determinação e nenhum povo deve ser castigado por a ter pedido.
O povo moçambicano precisa da nossa ajuda!
São quase 300 mortos e estima-se que sejam cerca de 400.000 desalojados.
Ajudemos no que nos for possível.
Como ajudar?
Entreguem bens alimentares com grande prazo de validade na Cruz Vermelha Portuguesa
Também a Cruz Vermelha Portuguesa pede produtos de Tratamento de Água e Produtos de Higiene e Limpeza.
Ajuda com dinheiro:
AMI – IBAN: PT50 0007 0015 0040 0000 00672
E deixo aqui estas duas imagens com outras formas de ajudar (cliquem nelas para aumentar):
Todos os povos têm direito à sua auto-determinação e nenhum povo deve ser castigado por a ter pedido.
O povo moçambicano precisa da nossa ajuda!
São quase 300 mortos e estima-se que sejam cerca de 400.000 desalojados.
Ajudemos no que nos for possível.
Como ajudar?
Entreguem bens alimentares com grande prazo de validade na Cruz Vermelha Portuguesa
Também a Cruz Vermelha Portuguesa pede produtos de Tratamento de Água e Produtos de Higiene e Limpeza.
Ajuda com dinheiro:
AMI – IBAN: PT50 0007 0015 0040 0000 00672
E deixo aqui estas duas imagens com outras formas de ajudar (cliquem nelas para aumentar):
domingo, 17 de março de 2019
sexta-feira, 15 de março de 2019
Um Portugal fraco: da "bosta" da polícia, ao fim dos comandos
sexta-feira, 8 de março de 2019
Nós e Eles...
Na minha família somos "nós", as outras famílias todas são "eles". Odeio as outras famílias todas? Não. Tenho orgulho dos feitos dos meus pais, avós, etc., mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.
Na minha terra somos "nós", nas outras são "eles". Odeio todas as outras terras? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram na minha terra, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.
No meu país somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros países? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu país, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim..
No meu continente somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros continentes? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu continente, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim. No meu planeta somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros planetas? Impossível, nem sei se têm gente... Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu planeta, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.
Não há problema algum em termos orgulho dos nossos pais, avós, antepassados, terra, país, planeta e há sempre um "nós" e um "eles", sem que o "eles" tenha de ter um peso negativo, porque, de alguma forma, podemos todos ser nós. Não há mal nenhum, pelo contrário, em termos um sentido de identidade, em sorrirmos ao ouvir um fado enquanto estamos no estrangeiro, ou em ter saudades da bica/cimbalino. Não há problema nenhum em ter orgulho por ter uma pronúncia da nossa terra, ou em sorrir quando ouvimos um "carago" enquanto estamos em Lisboa. Isso é ter orgulho no nosso país, ou do nosso "cantinho". É termos uma identidade. Isso não é sinónimo de odiar os restantes. Odiar os restantes é quando queremos que, estando eles nos seus “cantinhos”, mudem e se tornem mais como "nós".
Infelizmente por vezes odiamo-nos a nós quando aceitamos que o nosso “cantinho” mude por causa "deles".
Na minha terra somos "nós", nas outras são "eles". Odeio todas as outras terras? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram na minha terra, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.
No meu país somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros países? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu país, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim..
No meu continente somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros continentes? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu continente, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim. No meu planeta somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros planetas? Impossível, nem sei se têm gente... Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu planeta, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.
Não há problema algum em termos orgulho dos nossos pais, avós, antepassados, terra, país, planeta e há sempre um "nós" e um "eles", sem que o "eles" tenha de ter um peso negativo, porque, de alguma forma, podemos todos ser nós. Não há mal nenhum, pelo contrário, em termos um sentido de identidade, em sorrirmos ao ouvir um fado enquanto estamos no estrangeiro, ou em ter saudades da bica/cimbalino. Não há problema nenhum em ter orgulho por ter uma pronúncia da nossa terra, ou em sorrir quando ouvimos um "carago" enquanto estamos em Lisboa. Isso é ter orgulho no nosso país, ou do nosso "cantinho". É termos uma identidade. Isso não é sinónimo de odiar os restantes. Odiar os restantes é quando queremos que, estando eles nos seus “cantinhos”, mudem e se tornem mais como "nós".
Infelizmente por vezes odiamo-nos a nós quando aceitamos que o nosso “cantinho” mude por causa "deles".
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