sexta-feira, 15 de março de 2019

Um Portugal fraco: da "bosta" da polícia, ao fim dos comandos


Para o Bloco de Esquerda, o país não deve estar militarmente preparado para qualquer eventualidade, ao mesmo tempo que as fronteiras estão abertas, que se deve deixar entrar toda a gente, de todas as culturas e com todas as ideologias, com ou sem antecedentes criminais. Também não devemos mandar a polícia a bairros problemáticos, onde há violência, onde mulheres são violadas e brancos são agredidos por serem brancos. E a polícia é chamada de "bosta"... Para o Bloco de Esquerda o ideal mesmo é que Portugal se tornasse um país fraco, medíocre, sem patriotismo algum, sem desejo de defender a sua população, a sua cultura e as suas tradições e com uma imensa vergonha do seu passado conquistador. O Bloco de Esquerda só está bem a destruir...

sexta-feira, 8 de março de 2019

Nós e Eles...

Na minha família somos "nós", as outras famílias todas são "eles". Odeio as outras famílias todas? Não. Tenho orgulho dos feitos dos meus pais, avós, etc., mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.
Na minha terra somos "nós", nas outras são "eles". Odeio todas as outras terras? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram na minha terra, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.
No meu país somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros países? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu país, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim..
No meu continente somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros continentes? Não. Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu continente, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.                                                                                                               No meu planeta somos "nós", nos outros são "eles". Odeio todos os outros planetas? Impossível, nem sei se têm gente... Tenho orgulho dos feitos dos antigos que viveram no meu planeta, mesmo que esses feitos não tenham sido alcançados por mim.

Não há problema algum em termos orgulho dos nossos pais, avós, antepassados, terra, país, planeta e há sempre um "nós" e um "eles", sem que o "eles" tenha de ter um peso negativo, porque, de alguma forma, podemos todos ser nós. Não há mal nenhum, pelo contrário, em termos um sentido de identidade, em sorrirmos ao ouvir um fado enquanto estamos no estrangeiro, ou em ter saudades da bica/cimbalino. Não há problema nenhum em ter orgulho por ter uma pronúncia da nossa terra, ou em sorrir quando ouvimos um "carago" enquanto estamos em Lisboa. Isso é ter orgulho no nosso país, ou do nosso "cantinho". É termos uma identidade. Isso não é sinónimo de odiar os restantes. Odiar os restantes é quando queremos que, estando eles nos seus “cantinhos”, mudem e se tornem mais como "nós".
Infelizmente por vezes odiamo-nos a nós quando aceitamos que o nosso “cantinho” mude por causa "deles".

sexta-feira, 1 de março de 2019

Uma "monarquia" só com defeitos...

   Os países com monarquias constitucionais continuam a ser aqueles que apresentam mais qualidade de vida e um melhor equilíbrio entre quem representa e quem administra o país. Muitos criticam a monarquia pelo direito hereditário ao lugar, mas o facto é que não há direito, há dever e, na generalidade, os membros das famílias reais sentem esse dever e a ele se dedicam desde nascença, passando essa responsabilidade aos filhos.

   Ora, o nosso país não é uma monarquia, mas à mesma foi buscar tudo o que os republicanos consideram mau, sem trazer nada do que é bom... Temos, actualmente, um governo republicano de esquerda(s), com marxistas e leninistas a dar cartas e onde os familiares arranjam sempre um lugarzinho... Isso é, aliás, comum aos regimes socialistas ditatoriais, os mesmos que criticam as monarquias democráticas...